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Feijoada: sambas tropicalistas

março 24, 2010

4ª feira é dia de feijoada!

Hoje o cardápio é vintage anos 70: vamos falar de Tropicalismo. Aliás, não vamos falar nada. Que essa estória de ficar falando, falando e falando – no caso, escrevendo – é coisa ou de recalcado ou de acelerado. E como não sou nem uma coisa nem outra, muito pelo contrário por supuesto, seguindo em frentemente queria mesmo é postar três preciosidades do periodo em que as comportas do samba e da bossa nova foram arrebentadas e novas águas lamberam o chão do salão. Guitarra elétrica e poesia urbana, feia, angular. Tropicalismo é isso – entre outras cento e oitenta coisas. Não é à toa que a feia e angulosa São Paulo acolheu e ajudou a gestar essa liberdade de mexer nas tradições, eletrificando a instrumentação, modernizando as temáticas e construindo canções que brincavam de esconde-esconde com os clichês melódicos ou harmônicos do samba e da música brasileira lato senso. Pronto, falei demais. Recalcado. Então, tá na mesa:

Gal Costa em “Da Maior Importância” (Caetano Veloso), com assinatura da sanfona de Dominguinhos e guitarra wah-wah, uma composição angulosa com uma melodia cromática, quase pedindo para ser falada ao invés de cantada:

Jards Macalé cantando sua parceria com Torquato Neto, Dente No Dente, com o Paulo José recitando na sequência (aliás, tem Jards morcegando por aí):

Novos Baianos – segunda geração tropicalista – e O Samba da Minha Terra (Dorival Caymmi):

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